Quinta-feira, 29 de Novembro de 2007
Está na hora de abordar a questão dos LMS e por isso decidi "resgatar" duas discussões lançadas na edição do ano passado.

A primeira discussão centra-se na identificação das diferenças dos conceitos de LMS e LCMS e a sua pertinência no contexto actual. Sugiro que comecem por consultar o post de lançamento deste desafio e darem "uma vista de olhos" aos muitos comentários dos vossos colegas do ano passado. As vossas reflexões sobre esta temática são muito bem vindas!

O desafio seguinte é para analisarem as palavras críticas do Godfrey Park sobre a forma como, durante muito tempo, as instituições olharam para os LMS. Sugiro que comecem por ler o meu post e os respectivos comentários dos vossos colegas.

Boas reflexões,
Carlos Santos
Arquivado em: ,


De Teresa Batista a 4 de Dezembro de 2007 às 11:43
uma colega (a Guida) enviou-me isto:
Vale a pena ler...
"Numa plataforma podemos colocar "aulas" virtuais disponíveis para os alunos: aulas a sério, e não apenas ficheiros .doc, .ppt e .pdf para download.

um conjunto de lições cobrindo uma unidade didáctica (para começar): lições com conteúdos que complementem os manuais, correspondendo, por exemplo, às explicações orais com que complementámos na aula o que vem explanado no manual;
conteúdos adicionais: mapas, o esquema que desenhámos no quadro e que alguns alunos não conseguiram reproduzir no caderno; reproduções de imagens... etc;
fichas de trabalho/formativas - quer através dos módulos de teste do Moodle (que achei um pouco complexos de criar), quer através dos vários Hot Potatoes* que têm a vantagem de ter integração com o Moodle, quer através de outros programas do género - refiro o Hot Potatoes por ser o que me é mais familiar, mas sugiro o também excelente NetQuiz Pro - gratuito, disponível em inglês, francês e espanhol.
* além da integração com o Moodle - que permite ao professor ver o que o aluno conseguiu ou não responder correctamente, têm a vantagem de poder ser usadas como fichas formativas e de autoavaliação; se forem dotadas do respectivo feed-back, ajudam o aluno a compreender onde e porque errou... O professor pode aproveitar o tempo de corrigir uma ficha formativa de 20 a 30 alunos para criar duas ou três diferentes sobre aquela matéria, e se cada professor da disciplina/ano de escolaridade se encarregar de uma ou duas fichas de diferentes pontos da matéria, veja-se quantas fichas estarão disponíveis no final do ano... e a poupança de papel - que as Comissões Executivas certamente agradecerão!...
Ainda em relação ao Hot Potatoes não proponho o seu uso como ferramenta de avaliação - não é essa a filosofia dos programas - , mas como ferramenta de fichas de trabalho/enriquecimento/autoavaliação. O conjunto de programas tem potencialidades bastante limitadas, mas desempenha muito bem o papel a que foi destinado.
Conteúdos de enriquecimento
bibliogafias:
em formato livro, de acordo com as regras da citação de bibliografia - uma forma de mostrar na prática aos alunos como se faz a citação de uma obra num trabalho de pesquisa;
hiperligações para páginas Web com informações adicionais sobre os assuntos tratados.
Eventualmente, ainda:
os objectivos da disciplina - globais, ou período a período;
os sumários;
instruções para a realização dos trabalhos: de pesquisa, de grupo ou outros;
Informações para alunos que se encontram doentes, mas que até são interessados e por acaso até têm internet em casa;
Fórum para dúvidas - poderá libertar tempo de aula, além de que os próprios alunos podem esclarecer dúvidas uns aos outros como nós aqui.
Possibilidade (ou obrigatoriedade) de enviar pela plataforma um determinado trabalho - e aqui o prazo estabelecido é mesmo a doer... que a plataforma não dá um jeitinho para entregar no dia seguinte!
E depois há os blogs, onde podemos "convidá-los" a escrever sobre aquele livro de que gostaram, o futebolista que admiram, o desportista que idolatram, a visita de estudo formidável - tudo é expressão escrita, em português ou numa língua estrangeira, desde que linguisticamente correcta.

Há também as Webquests, que o mesmo é dizer trabalhos de pesquisa - bem estruturados e organizados; embora algo trabalhosas de organizar (um bom trabalho colaborativo entre colegas facilita!), poderão dar óptimos resultados.

A resposta já vai longa, não vou portanto referir-me ao software que temos nos nossos computadores, e muito haveria a dizer, por exemplo, sobre software livre/gratuito versus a pirataria que campeia em Portugal e porque é que se diz "Vou fazer um Power Point" em vez de "Vou fazer uma apresentação".
Voltando à sua pergunta inicial, colega Duarte, só precisa de um Ferrari quem sabe conduzi-lo e tem meios para mantê-lo; mas também se chega lá com meios menos sofisticados (mas nem por isso menos capazes) com vontade e algum apoio logístico; basta ter um pouco de vontade e, porque estamos em Portugal, um pouco de sorte..."


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