Quinta-feira, 29 de Novembro de 2007
Está na hora de abordar a questão dos LMS e por isso decidi "resgatar" duas discussões lançadas na edição do ano passado.
A primeira discussão centra-se na identificação das diferenças dos conceitos de LMS e LCMS e a sua pertinência no contexto actual. Sugiro que comecem por consultar o
post de lançamento deste desafio e darem "uma vista de olhos" aos muitos comentários dos vossos colegas do ano passado. As vossas reflexões sobre esta temática são muito bem vindas!
O desafio seguinte é para analisarem as palavras críticas do
Godfrey Park sobre a forma como, durante muito tempo, as instituições olharam para os LMS. Sugiro que comecem por ler o meu
post e os respectivos comentários dos vossos colegas.
Boas reflexões,
Carlos Santos
De Teresa Batista a 4 de Dezembro de 2007 às 11:22
Olá outra vez,
Parece-me que a nossa postura deve ser de questionamento permanente e de ir descobrindo (e partilhando) formas de utilização e integração. Aos poucos pode ser que se chegue lá...
Um pouco de francês, LOL :)
Mas vou recorrer a Dillenbourg...
"Les nouvelles technologies de l’éducation connaissent actuellement un engouement exceptionnel, engouement qui comporte des aspects positifs et négatifs. Du côté positif, les efforts en matière de e-Learning que consentent les institutions et leurs enseignants impliquent nécessairement une réflexion sur les méthodes d’enseignement. Dans « comment enseigner via Internet », n’y a-t-il pas « comment enseigner » ? Les technologies éducatives servent aujourd’hui de point de cristallisation de la plupart des grands projets d’innovation pédagogique dans l’enseignement supérieur. Du côté négatif, les discours actuels sur les technologies éducatives suscitent souvent des attentes quant à leurs effets pédagogiques qui ne sont pas proportionnelles aux résultats établis par les recherches empiriques. Les technologies rendraient-elles tous les élèves intelligents et motivés, tous les enseignants passionnés et charismatiques? Si nous voulons éviter que les enseignants pionniers soient déçus et abandonnent leurs efforts, il faut présenter honnêtement les deux côtés de la balance, tant le potentiel d’innovation que les difficultés de traduire ce potentiel en effets concrets."
Fica aqui o documento completo
http://tecfa.unige.ch/tecfa/teaching/staf11/textes/Dillenbourg03.pdf
Comentar: